segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Filmes que amo 2


Hoje minha cena favorita nem poderia ser outra...
Eu tinha 14 anos quando me apaixonei por Patrick Swayze, para mim o ator perfeito: interpretava e dançava. Esta paixão por alguém que você nunca vai encontrar... um sonho, cinema, oras.

Nunca um filme tinha vindo tão bem em meus olhos, era a adolescência ali. Foi a única vez que fiquei no cinema duas sessões...
Fora que cinema na minha família é a nossa história também, nossa memória, nossa conversa, nosso troca.

Pra lembrar, no dia de hoje...

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Meu sabiá voltou



Foi na semana passada, logo cedo. Pronta para a minha primeira lava no rosto do dia, ouvi. Era ele, suspirei. O sabiá voltou.
Mudei-me há sete meses e vivi esse tempo sem a companhia dele. Pensei que talvez minha nova casa não fosse do agrado deles. Mas não era possível. Minha irmã é a dona da casa e ela ama sabiás mais do que ninguém.
Me senti um tanto abandonada.
O canto também não acontecia mais no meu trabalho, nem nos meus caminhos.
Mas a lamentação acabou. Ele voltou.
Estou tão feliz, nossa. Todos os dias, todos os ligares. Agora ele sempre está.
Adoro seu canto. Me deixa feliz.
Volto no tempo, vivo de novo. Que coincidência ele estar comigo aqui, sempre penso!
Bem-vindo.
Quer ouvir?

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Filmes que amo 1


Faz tempo, eu sei. Mas essa semana o cinema entrou lá em casa e vou postando aqui cenas do cinema que jamais esquecerei. Vai a primeira. É a volta de bicicleta mais linda do cinema, com Paul Newman em Butch Cassidy.

Andem de bicicleta com eles.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

UP será a melhor coisa da sua vida



Em 10 minutos assistindo à animação UP Altas Aventuras, novo filme da Disney/Pixar, eu já pensei: “esse é o filme mais lindo que já vi”. Mas eu entendia que eu ainda iria me emocionar mais e rir muito, mas muito mesmo com a atrapalhada aventura que eu mergulhava.
Este texto escrevi para o site CRESCER, veja mais aqui.

É um dos momentos mais emocionantes que tive no cinema.
Quando o filme acabou, eu tinha certeza que nada mais seria como antes.
Experimentem.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Esses meninos, esses mineiros




Quem assistiu à abertura do Criança Esperança viu Milton Nascimento acompanhado de uma criançada linda e atores e cantores.
Eram dois grupos que me dão sorrisos sempre que os encontro. Falo do grupo Ponto de Partida com os Meninos de Araçuaí.
Quer saber mais deles? Acompanhem esse vídeo que eu e Ricardo Fiorotto fizemos para o site CRESCER.
Emocionem-se.
Mineirizem-se.
Cantem, estejam com eles assim que puderem.
É bom demais!

foto do espetáculo Pra Nha Terra, segundo CD lançado por eles. Veja tudo em www.cpcd.org.br

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Não pode

Não pode abraçar, muito menos beijar.
Melhor não tomar ônibus, nem ir ao cinema. Shopping, nem pensar.
Deixe os teatros para outros meses, quando tudo acabar.
Os amigos, melhor evitar.
Espirrou? Fique em casa.
Tossiu, vire o rosto, não toque em nada.
Gel ultralimpante. Sem hífen, fica mais puro ainda.
O que? Quer voltar às aulas? Está maluco? Criança infecta mais.
Vamos evitar ao máximo. O que? Não sei bem.
A gripe A? Aquela que começou com os porcos. Sujos, não? Fomos "sujados" por eles agora.
Está em toda a parte.
O que conseguimos evitar?
O beijo, o abraço, o aperto de mão no quase desconhecido, o encontro com os amigos, o cinema com as crianças, o aprender junto, o estar junto, essas coisas que fazem da gente ser humano.

domingo, 9 de agosto de 2009

Lewis e suas várias Alices



Apaixonei-me novamente por Alice no País das Maravilhas ao deparar com um verdadeiro sonho, na casa do escritor Ilan Brenman: a versão do mestre do pop up Robert Sabuda sobre a grande aventura escrita pelo inglês Lewis Carroll.
Jamais vou esquecer do que era folhear aquelas páginas em pop up me levando à viagem: uma Alice ficava presa na casa gigante; outra uma espécie de cone sanfonado podia ser puxado para cima e, quando eu olhava para dentro dele, via Alice ali, caindo. Eu me senti no livro.

Tenhos duas versões do livro: uma é a tradução de Monteiro Lobato, lançada pela Editora Companhia Nacional. O que adoro além da versão dele da história é o texto da mestre Nelly Novaes Coelho dizendo o que houve com Lobato quando ele conheceu a obra de Carrol e o quanto podemos pensar em Alice caindo e relacionar com Narizinho em seu primeiro mergulho no Reino das Águas Claras, e também um texto de Lobato, contando ao leitor a importância daquela tradução.

A outra versão que possuo é a feita pelo cineasta Jorge Furtado, lançada pela Editora Objetiva e com ilustrações de Mariana Newlands (muito bacanas, por sinal). Quando li na contracapa que ele havia 'abrasileirado' a história, logo temi que algo poderia me incomodar. Mas ao me entregar à leitura, entreguei-me também ao motivo de Furtado para mexer no texto de Carroll. Ele quis que os brasileiros sentissem o humor e o nonsense de Carroll por nós mesmos, com nossas próprias piadas, se posso dizer assim. O resultado foram gargalhadas inesquecíveis.

Agora estou ansiosa pela versão de Tim Burton, com Johnny Depp como o Chapeleiro Maluco (foto).
No trailer, a emoção, a piração, o nonsense: parece que vamos ver o que lemos. Nada contra a versão da Disney, não sou destas. Mas a dele pode ter o gostinho de 'mais fiel' como a para A Fantástica Fábrica de Chocolate, e Roald Dahl. Desde criança vejo e revejo a versão de Willy Wonka na interpretação de Gene Wilder e isso eu não esquecerei e nem deixarei de ver jamais. Mas também adorei a de Burton, com mais detalhes, outro final. Adoro versões bem contadas, oras!